Nosso Desafio: promover crescimento e controlar a inflação
Bruna Bianca
As novas propostas do Ministro Guido Mantega para redução dos juros são um tanto quanto promissoras e beneficiam diretamente a camada menos favorecida da população que iludida com o financiamento e sem uma educação financeira propícia, se endivida horrores com os altos juros que assolam o nosso país.
Não são propostas pouco ambiciosas, mas muito. O Brasil sofre de um problema sério de dívida interna, é preciso reverter esse quadro. Com juros elevados nosso PIB apresentou resultados surpreendentes como um dos crescimentos mais baixos em todo o mundo. A coisa é tão séria que 33% corresponde apenas ao crédito, o que dificulta até mesmo o desenvolvimento de pequenas e médias empresas.
A idéia de Mantega faz sentido: promover a livre concorrência entre os bancos para que o consumidor possa escolher o que mais lhe convêm, nada mais justo. Portabilidade do crédito mobiliário, crédito consignado,cadastro do cliente, exclusão das taxas de transferência e cadastro positivo do correntista só vêm facilitar a vida do consumidor e pequeno empresário que não tem mais que brigar pela competição entre os bancos e sim esperar que eles briguem para lhe oferecer um melhor serviço.
A questão é se realmente essas propostas têm condições de serem implementadas visto que o valor do conjunto de itens básicos da cesta básica teve elevação de 2,23% e 0,41%, respectivamente em Porto Alegre e Belo Horizonte de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), em estudo realizado no mês de agosto indicando, um alto nível de inflação.
Medidas como essas podem estimular o consumo, mas não se deve perder de vista este índice inflacionário apontado. O que tem sido o grande dilema do país: crescer com a inflação controlada. Indubitavelmente precisamos crescer a taxas maiores para poder gerar mais emprego e distribuição da riqueza. Facilitar o crédito para que isso ocorra é uma media inteligente, no entanto é preciso ficar atento para observar se a inflação continuará sobre controle já que um mercado super aquecido pode também prejudicar nossa economia.
As novas propostas do Ministro Guido Mantega para redução dos juros são um tanto quanto promissoras e beneficiam diretamente a camada menos favorecida da população que iludida com o financiamento e sem uma educação financeira propícia, se endivida horrores com os altos juros que assolam o nosso país.
Não são propostas pouco ambiciosas, mas muito. O Brasil sofre de um problema sério de dívida interna, é preciso reverter esse quadro. Com juros elevados nosso PIB apresentou resultados surpreendentes como um dos crescimentos mais baixos em todo o mundo. A coisa é tão séria que 33% corresponde apenas ao crédito, o que dificulta até mesmo o desenvolvimento de pequenas e médias empresas.
A idéia de Mantega faz sentido: promover a livre concorrência entre os bancos para que o consumidor possa escolher o que mais lhe convêm, nada mais justo. Portabilidade do crédito mobiliário, crédito consignado,cadastro do cliente, exclusão das taxas de transferência e cadastro positivo do correntista só vêm facilitar a vida do consumidor e pequeno empresário que não tem mais que brigar pela competição entre os bancos e sim esperar que eles briguem para lhe oferecer um melhor serviço.
A questão é se realmente essas propostas têm condições de serem implementadas visto que o valor do conjunto de itens básicos da cesta básica teve elevação de 2,23% e 0,41%, respectivamente em Porto Alegre e Belo Horizonte de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), em estudo realizado no mês de agosto indicando, um alto nível de inflação.
Medidas como essas podem estimular o consumo, mas não se deve perder de vista este índice inflacionário apontado. O que tem sido o grande dilema do país: crescer com a inflação controlada. Indubitavelmente precisamos crescer a taxas maiores para poder gerar mais emprego e distribuição da riqueza. Facilitar o crédito para que isso ocorra é uma media inteligente, no entanto é preciso ficar atento para observar se a inflação continuará sobre controle já que um mercado super aquecido pode também prejudicar nossa economia.

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