Por um jornalismo político de OPINIÃO

Bruna Bianca
O segundo turno eleitoral, foi o que realmente pode se chamar de batalha política.O Interessante é que não foisó entre os presidentes, mas contou também com a mobilização da população, que resolveu defender o seu candidato através de manifestos pela internet, conversas entre amigos, bandeiras, adesivos, entre outros.
Os debates já não empolgavam tanto, a maioria ja tinha sua escolha bem definida e apenas assistia os debates para jogar conversa fora e até mesmo criticar o bate boca dos candidatos. Até mesmo a imprensa entrou no "embalo" como, por exemplo, a Globo e a Carta Capital que discutiam sobre a polêmica do dossiê.
Aliás a novidade dessa eleição foi mesmo a atuação da imprensa.A minha opinião é que as mangas começaram a ficar literalmente de fora. A era do tão sonhado "jornalismo imparcial", começou a ficar cada vez mais distante.A nova tendência dos bloggers somada a vontade das pessoas em se informarem através da leitura de colunas ficou cada vez mais evidente. Ninguém quer mais saber apenas o que aconteceu, querem agora contextualização e opinião.
E é mesmo esse caminho que o jornalismo político deveria trilhar. Política deveria ser encarada como time de futebol, cada um torcendo para que o seu ganhe e ponto final. Para que a máscara da imparcialidade? A revista Veja sustenta esse mito, mas ainda assim escancara na capa da revista manchetes como:"Brasilha da fantasia: O PT infiltra a máquina adminstrativa do Estado com seus militantes e cai na velha ilusão de que ao perseguir seus objetivos partidário, está servindo o país(10/09/03)", "Como sair dessa?Com seu governo paralisado, Lula cai nas pesquisas e ainda tem que carregar o peso morto do ex-homem forte do planalto(31/03/04)", " A tentação autoritária: As investidas do governo do PT para vigiar e controlar a imprensa, a televisão e a cultura(18/08/04)" " O PT deixou o Brasil mais burro?(26/01/05)"," Lulla: Sem ação diante do escândalo que devorou seu partido e paralisou seu governo, Lula está em uma situação que já lembra a agonia da era Collor(10/08/05)", entre outros.
Jornalismo de opinão
Trata-se de uma falta de compromisso com a ética profissional do jornalista e com os próprios leitores. O jornalismo de opinião deveria surgir nesses casos como uma nova tendência menos hipócrita e mais verdadeira, uma alternativa aos jornalistas, diretores de empresas de comunicação, rádio e televisão que não conseguem se conter em seus textos tendênciosos, imprimindo sua prória personalidade.
Não adianta, por mais que se discuta ética e imparcialidade, todo profissional de imprensa tem seus ideais e consequetemente idéias formadas sobre o cenário político do país. É ilusão achar que um texto jornalistico, seja de qual gênero for, é insento de qualquer impressão. Pode não acontecer de forma direta, mas o discursso se constrói por meio de um raciocínio e todos sabem disso. Para que esconder?
Até os leitores mais leigos no assunto, já estão cansados dessa história. Prova disso foram os resultados das eleições que apontaram a vitória do presidente Lula mesmo com toda a imprensa conservadora contra a sua reeleição. As pessoas sabem, mesmo sem intermédio da imprensa, sobre as coisas boas que têm sido feitas no governo, sem que para isso se precise até mesmo de grandes leituras.
O SBT bombardeou o governo diariamente, assim como a Globo. A história do dossiê caiu como uma luva às intenções dos grandes veículos de comunicação. Em determinados momentos ninguém sabia mais do que se tratava a tal confusão. Ouvia-se apenas dizer que essa era mais uma história do PT, a real origem do problema foi esquecida. O que continha no dossiê? A confusão envolvia o PSDB, mas ficou em segundo plano.
No geral as coberturas da eleição foram uma vergonha, briga entre colunistas de jornais, blogueiros, e até revistas de grande porte não serviram para nada, apenas para mostrar a desarticulação e desunião entre colegas de profissão, e competitividade entre os grandes órgãos, não houve respeito, propostas de reflexão ou questionamentos, e sim uma verdadeira disputa por audiência. Está na hora de assumir e rever os próprios conceitos do jornalismo político que encontra-se completamente desvirtuado.
Os debates já não empolgavam tanto, a maioria ja tinha sua escolha bem definida e apenas assistia os debates para jogar conversa fora e até mesmo criticar o bate boca dos candidatos. Até mesmo a imprensa entrou no "embalo" como, por exemplo, a Globo e a Carta Capital que discutiam sobre a polêmica do dossiê.
Aliás a novidade dessa eleição foi mesmo a atuação da imprensa.A minha opinião é que as mangas começaram a ficar literalmente de fora. A era do tão sonhado "jornalismo imparcial", começou a ficar cada vez mais distante.A nova tendência dos bloggers somada a vontade das pessoas em se informarem através da leitura de colunas ficou cada vez mais evidente. Ninguém quer mais saber apenas o que aconteceu, querem agora contextualização e opinião.
E é mesmo esse caminho que o jornalismo político deveria trilhar. Política deveria ser encarada como time de futebol, cada um torcendo para que o seu ganhe e ponto final. Para que a máscara da imparcialidade? A revista Veja sustenta esse mito, mas ainda assim escancara na capa da revista manchetes como:"Brasilha da fantasia: O PT infiltra a máquina adminstrativa do Estado com seus militantes e cai na velha ilusão de que ao perseguir seus objetivos partidário, está servindo o país(10/09/03)", "Como sair dessa?Com seu governo paralisado, Lula cai nas pesquisas e ainda tem que carregar o peso morto do ex-homem forte do planalto(31/03/04)", " A tentação autoritária: As investidas do governo do PT para vigiar e controlar a imprensa, a televisão e a cultura(18/08/04)" " O PT deixou o Brasil mais burro?(26/01/05)"," Lulla: Sem ação diante do escândalo que devorou seu partido e paralisou seu governo, Lula está em uma situação que já lembra a agonia da era Collor(10/08/05)", entre outros.
Jornalismo de opinão
Trata-se de uma falta de compromisso com a ética profissional do jornalista e com os próprios leitores. O jornalismo de opinião deveria surgir nesses casos como uma nova tendência menos hipócrita e mais verdadeira, uma alternativa aos jornalistas, diretores de empresas de comunicação, rádio e televisão que não conseguem se conter em seus textos tendênciosos, imprimindo sua prória personalidade.
Não adianta, por mais que se discuta ética e imparcialidade, todo profissional de imprensa tem seus ideais e consequetemente idéias formadas sobre o cenário político do país. É ilusão achar que um texto jornalistico, seja de qual gênero for, é insento de qualquer impressão. Pode não acontecer de forma direta, mas o discursso se constrói por meio de um raciocínio e todos sabem disso. Para que esconder?
Até os leitores mais leigos no assunto, já estão cansados dessa história. Prova disso foram os resultados das eleições que apontaram a vitória do presidente Lula mesmo com toda a imprensa conservadora contra a sua reeleição. As pessoas sabem, mesmo sem intermédio da imprensa, sobre as coisas boas que têm sido feitas no governo, sem que para isso se precise até mesmo de grandes leituras.
O SBT bombardeou o governo diariamente, assim como a Globo. A história do dossiê caiu como uma luva às intenções dos grandes veículos de comunicação. Em determinados momentos ninguém sabia mais do que se tratava a tal confusão. Ouvia-se apenas dizer que essa era mais uma história do PT, a real origem do problema foi esquecida. O que continha no dossiê? A confusão envolvia o PSDB, mas ficou em segundo plano.
No geral as coberturas da eleição foram uma vergonha, briga entre colunistas de jornais, blogueiros, e até revistas de grande porte não serviram para nada, apenas para mostrar a desarticulação e desunião entre colegas de profissão, e competitividade entre os grandes órgãos, não houve respeito, propostas de reflexão ou questionamentos, e sim uma verdadeira disputa por audiência. Está na hora de assumir e rever os próprios conceitos do jornalismo político que encontra-se completamente desvirtuado.

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