Surge a era do desespero para certos veículos
Por Vauline Gonçalves
A imprensa brasileira se divide por conta do resultado eleitoral. As defesas e acusações obedecem as mais variadas formas. Há jornalistas que vibram com a vitória da vontade popular e há jornalistas que, amargurados com a derrota da sua própria vontade, ocupam-se em agredir o governo e bater na mesma tecla que, comprovadamente, não deu certo.
Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista Veja, postou em seu blog um comentário ferrenho acerca da escolha popular para a presidência, mais precisamente sobre a personalidade de Lula (ou falta desta). Julgando assim que o povo não soube escolher seu governante. Em suas palavras surgem coisas como: “Veio a plena democratização, e ele (Lula) continuou na oposição, sabotando todos os governos”. Pergunto em que mundo o sr. Reinaldo vive, que goza de ‘plena democratização’? E mais: “Ele (Lula) é produto da imprensa livre desde que esquerdista e petista. O que ele não suporta nela hoje em dia? Justamente a independência — ao menos de uma parte, é claro”. Que parte livre da imprensa seria essa, a Veja?
Outro colega de profissão (o jornalismo oprimido pelo governo atual) desfruta de uma opinião divergente da opinião de Reinaldo. Mino Carta, da Revista Carta Capital, mesmo sendo um profissional podado pela falta de liberdade de imprensa, colocada pelo governo Lula, escreve no seu blog toda a vitória da vontade popular. “Não adianta, senhores da elite e da mídia: o povo brasileiro está a ganhar confiança em si mesmo e não se deixa levar na conversa. Este é o primeiro mérito do ex-metalúrgico, e não é por acaso que as oligarquias caem na Bahia, no Maranhão, no Ceará”.
É incrível que, em um país como o Brasil, onde existem tantos veículos de comunicação poderosos, a mídia, apesar de toda a ‘censura’ presidencial, conseguiu ecoar tantas denúncias e acusações. A grande verdade disso tudo é que não há esta suposta abolição da liberdade de imprensa. O que de fato acontece é que os leitores e telespectadores conquistaram a liberdade de pensar e agir de acordo com o seu próprio julgamento, dispensando a tão disponível assessoria da imprensa. Isto, é claro, apavora aqueles que construíram e sustentam seus impérios sobre mentiras e histórias mirabolantes. Começa agora a era do desespero para certos veículos e profissionais.
A imprensa brasileira se divide por conta do resultado eleitoral. As defesas e acusações obedecem as mais variadas formas. Há jornalistas que vibram com a vitória da vontade popular e há jornalistas que, amargurados com a derrota da sua própria vontade, ocupam-se em agredir o governo e bater na mesma tecla que, comprovadamente, não deu certo.
Reinaldo Azevedo, jornalista da Revista Veja, postou em seu blog um comentário ferrenho acerca da escolha popular para a presidência, mais precisamente sobre a personalidade de Lula (ou falta desta). Julgando assim que o povo não soube escolher seu governante. Em suas palavras surgem coisas como: “Veio a plena democratização, e ele (Lula) continuou na oposição, sabotando todos os governos”. Pergunto em que mundo o sr. Reinaldo vive, que goza de ‘plena democratização’? E mais: “Ele (Lula) é produto da imprensa livre desde que esquerdista e petista. O que ele não suporta nela hoje em dia? Justamente a independência — ao menos de uma parte, é claro”. Que parte livre da imprensa seria essa, a Veja?
Outro colega de profissão (o jornalismo oprimido pelo governo atual) desfruta de uma opinião divergente da opinião de Reinaldo. Mino Carta, da Revista Carta Capital, mesmo sendo um profissional podado pela falta de liberdade de imprensa, colocada pelo governo Lula, escreve no seu blog toda a vitória da vontade popular. “Não adianta, senhores da elite e da mídia: o povo brasileiro está a ganhar confiança em si mesmo e não se deixa levar na conversa. Este é o primeiro mérito do ex-metalúrgico, e não é por acaso que as oligarquias caem na Bahia, no Maranhão, no Ceará”.
É incrível que, em um país como o Brasil, onde existem tantos veículos de comunicação poderosos, a mídia, apesar de toda a ‘censura’ presidencial, conseguiu ecoar tantas denúncias e acusações. A grande verdade disso tudo é que não há esta suposta abolição da liberdade de imprensa. O que de fato acontece é que os leitores e telespectadores conquistaram a liberdade de pensar e agir de acordo com o seu próprio julgamento, dispensando a tão disponível assessoria da imprensa. Isto, é claro, apavora aqueles que construíram e sustentam seus impérios sobre mentiras e histórias mirabolantes. Começa agora a era do desespero para certos veículos e profissionais.

1 Comments:
Bom texto Vauline! Os argumentos estão bem encaixados. Se quiser, pode reeditá-lo e explorar com nuances mais científicas (claro, mas com linguagem coloquial) a questão da mídia e da opinão pública. Creio até que os nossos colunistas não têm se aprofundado nessa seara por absoluta falta de conhecimento sobre o tema. Apenas Franklin Martins, durante entrevista dada à Caros Amigos, atingiu esse objetivo. É isso!
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